Serviços de Consultoria e suporte à Gestão

Serviços de Consultoria e suporte à Gestão

As empresas devem dedicar-se ao seu Core Business. As empresas e os seus gestores tem a (maior) preocupação que é trazer sucesso para o seu negócio, trazer vendas, trazer lucro e rentabilidade.

Muitas são são vezes que os gestores, directores e até sócios, se debatem com a questão de qual a melhor solução para gerir as suas organizações.

Desde o software de gestão, infra-estrutura informática, qual o melhor ou a necessidade de um datacenter, provedor e soluções de email, páginas de internet etc, esta é uma realidade que tem de ter atenção pela parte de quem decide.

Nem todas as organizações podem, querem ou justificam uma presença permanente de um gestor ou director / responsável de sistemas de informação.

Para exercer a função de diretor dos Sistemas de Informação ele deve ter sólidos conhecimentos técnicos em informática e uma visão estratégica da inovação e da mudança, associadas às aptidões de gestão. Além disso, o DSI deve possuir uma abordagem metodológica rigorosa da sua função, qualidades relacionais no que diz respeito às suas equipes e capacidade de negociação.

A relação com os fornecedores sejam estes de telecomunicações, software, soluções técnicas e até a simples resolução de conflito entre vários players é consumidora de recursos internos. Esta relação pode até ser desgastante sendo que muitas das vezes é necessário conhecimento técnico e que muitas das vezes torna-se necessário despender tempo precioso a compreender onde está a razão.

Esta é a experiência que um consultor de sistemas de informação pode trazer. É importante que o focus seja o cliente !

É o cliente que paga e os interesses deste estão sempre acima das parcerias, marcas ou tecnologia.  As ferramentas existentes são para servir os interesses e as necessidades das empresas e o consultor deve fazer esta ponte, propor e ajudar na tomada de decisão e até implementar.

De acordo com estudos e elaborados e em especifico de um que considero estar muito completo da responsabilidade da Escola de Ciências e Tecnologia, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro bem como do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra e Instituto Politécnico de Coimbra intitulado “O Gestor de Sistemas de Informação nas grandes empresas portuguesas”, já em 2011 (altura do estudo) sublinhava que:

A motivação mais apontada pelas grandes empresas portuguesas para a adopção de Tecnologias e Sistemas de Informação (TSI) é “melhorar a qualidade de produtos ou serviços”.

Alguns serviços podem ser encontrados aqui e que coloquei no “corpo” deste artigo.

 

Serviços de consultoria

  • Gestão de Projectos de implementação e optimização de processos;
  • Implementação e suporte a software de gestão;
  • Desenvolvimento, aperfeiçoamento e correcção de desenvolvimentos na framework PHC;
  • Formação Interna de metodologias e software de gestão adequadas aos processos de negócio;

Acompanhamento preventivo e reativo de clientes;

  • Gestão e Planeamento de Infraestrutura;
  • Acompanhamento e gestão do relacionamento técnico com levantamento de requisitos e implementação de
    serviços;

Criação de padrões e boas práticas na partilha de informação;
Segurança e privacidade;

Sistemas de monitorização e alertas proactivos de sistemas e aplicações;
Desenho de arquitecturas e soluções de serviços de data center em modelos clássicos, cloud e
híbridos, incluindo processos de Suporte, Gestão, Operação, Monitorização e Manutenção;

Microsoft AZURE Solution Architect – Desenvolvimento de soluções e adequação de cenários conforme requisitos;

Desenho de arquiteturas e soluções de serviços de data center em modelos clássicos, cloud e híbridos, incluindo processos de Suporte, Gestão, Operação, Monitorização e Manutenção.
Soluções cloud privadas e públicas, em AWS e Azure, incluindo ambientes híbridos;
Desenvolvimento e implementação do software de gestão em ambiente cloud (AZURE e virtualização com VMWARE em datacenter privado) através de “Application Insights”; “App Services”; “Cloud Services”; “cloud database as a service”.

  • Gestão e implementação de soluções em Office 365 – Office 365 Partner Admin Console; AZURE AD;
    Power BI; SharePoint; Yammer Enterprise; Exchange Online

Preencha o formulário para posterior contato e ajude-me a ajudar as empresas a dedicarem-se ao seu negócio.

Recrutamento e a forma como é feito

Muito se fala em Portugal sobre a forma e os meios utilizados pelas empresas e grupos de recrutamento.

Serei mais um a falar (escrever) sobre este assunto mas com a experiência recente e com um contato mais próximo, permite-me ter uma opinião sobre este assunto que acho valer a pena partilhar:

Existem as empresas que precisam de um recurso humano e utilizam os seus próprios meios para o fazer.

Fonte da Imagem: http://gestaodeempresas.net

Vão ao mercado, contratam “head hunters” em áreas de negócio especificas, aproveitam o seu networking e criam uma verdadeira área de recrutamento que é uma máquina a entrevistar e analisar CV’s.

Depois temos as consultoras de recrutamento.

Normalmente esta empresas adicionam o outsourcing enquanto serviço que prestam aos seus clientes e que normalmente são grandes grupos que não pretendem ter o ónus de uma área especifica de recrutamento.

Estas consultoras de recrutamento procuram dar uma imagem de acompanhamento aos candidatos, envolvendo-os no processo de entrevista; disponibilizando-se para acompanhar a sua evolução de carreira e procurando as melhores funções disponíveis para o perfil do candidato. Esta é a imagem que procuram dar mas não acho que seja isto que acontece!

Vamos aos nossos vizinhos europeus e temos verdadeiros headhunters. Temos profissionais de recrutamento que procuram os melhores talentos porque as empresas os contratam para o fazer e porque estes últimos ganham tanto ou mais quanto melhor for o recurso que trouxerem para aquela posição requisitada.

Depois e ainda naquilo que é possível encontrar que é de tudo, temos os pedidos burocráticos e completamente desenquadrados da realidade ao pedir a um candidato que preencha uma folha com exactamente toda a informação disponível e passível de ser consultada num CV normalizado.

Sobre este assunto e até considerando que este é um fator competitivo relativamente às empresas de recrutamento (que são muitas), permitam-me a observação numa perspectiva construtiva:
Hoje em dia existem ferramentas que evitam o preenchimento de mais formulários e repetição de inserção de dados por parte do candidato.

A importação do perfil do linkedin; a submissão em formato pdf do CV em sistema de reconhecimento, etc., “poupam” o incomodo deste mesmo preenchimento e são alguns exemplos de boas práticas no processo de recolha de informação.

Importamos muitas das melhores práticas que se fazem no resto da europa e até sobre exportadores de processos mas nesta area do recrutamento estou com muita pena, convicto que continuamos a fazer as coisas à Zé povinho, ganhar o mais possível no menor curto espaço de tempo possível, ganhar a guerra da concorrência com práticas menos assertivas e não tendo uma estratégia de continuidade e de fidelização do cliente que neste caso (também o é), o candidato.

Nota: Não menciono a completa ausência de resposta após submeter uma candidatura o que me dá ideia que o RGPD não chegou a estas áreas.

Obrigado por ler !

Departamento de Recursos Humanos em Portugal

Como já foi constatado neste blog, gosto de andar actualizado nem que seja porque os meus clientes o merecem.

Seja através do software que normalmente implemento seja através de outros, o importante é a solução e a resolução do problema para quem nos pede ajuda.

Não é publicidade, simplesmente porque gostei conceptualmente da ideia e do conteúdo.

Fica um pequeno video de promoção da Primavera RH

Obrigado por ler (também por ver) !

Cálculos de imposto sobre o trabalho suplementar, horas extraordinárias

As alterações decorrentes da aprovação do orçamento de estado 2019 nomeadamente ao que diz respeito aos cálculos de imposto sobre o trabalho suplementar, horas extraordinárias e remunerações de anos anteriores, somente estão previstas na atual versão 24 do PHC.

As horas extraordinárias pagas passam a ter taxa de retenção na fonte autónoma, o que significa que, quando colocadas à disposição, não podem ser adicionadas às restantes remunerações mensais, para determinar a taxa de retenção.

Além destas, existem entre outras ainda mais algumas alterações nomeadamente as Tributações Autónomas e Pagamento Especial por Conta pelo que todas estas alterações estão reflectidas nesta versão.

Existem também e como é normal, algumas correções ao funcionamento especifico de aplicação nomeadamente nos módulos de gestão, contabilidade e pessoal.

A Lei nº 71/2018 de 31 dezembro, que aprova o Orçamento de Estado para o ano de 2019, redefine a forma de determinar a taxa de retenção de IRS nas remunerações referentes a Horas Extraordinárias, no momento em que estas são pagas ou colocadas à disposição.

Fonte da Imagem: TOC online

Assim sendo e de forma a corresponder a versão do software às novas exigências e alterações legais, a versão 24 do PHC é a versão que deverá estar a ser utilizada nas empresas à data de hoje.

Obrigado por ler !

Faturação Eletrónica : Atualização

Considerando e apoiando-me na recente publicação do Decreto-Lei n.º 123/2018 no passado dia 28 de Dezembro, existem algumas considerações que devem ser tomadas em conta no que diz respeito à obrigatoriedade de emissão de faturação eletrónica.

No seguimento do post colocado anteriormente relativo à obrigatoriedade legal da faturação eletrónica para o Estado (Contratação Pública) e que entraria em vigor no dia 1 de Janeiro de 2019,  foi adiada.

Assim sendo:

Entidades Publicas e Estado:

  1. Os institutos públicos serão obrigados a poder receber de outras entidades e a partir de 18 de abril de 2019, faturas eletrónicas;
  2. As regiões autónomas, autarquias locais e outros, tem uma obrigatoriedade de poder receber estes documentos somente a partir de 18 de abril de 2020;

Relativamente as empresas cocontratantes empresas que faturam ao estado e organismos públicos:

  1. A partir de 18 de abril de 2019 a data em que o estado será “obrigado” a receber, as empresas poderão emitir faturação eletrónica aos organismos públicos que estejam obrigados a receber;
  2. As grandes empresas serão obrigadas a emitir faturas eletrónicas para os organismos públicos a partir de 18 de abril de 2020;
  3. As micro, pequenas e médias empresas são obrigadas a emitir faturas eletrónicas para os organismos públicos a partir de 01 de janeiro de 2021;

Com a leitura deste decreto verifica-se que o estado determinou uma entidade que será responsável pela definição dos requisitos técnicos, a eSPap (Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I.P.).

Obrigado por ler !

Tabelas de IRS para o Continente 2019

Publicação das Tabelas de IRS para o Continente de acordo com o Despacho n.º 791-A/2019

As tabelas de IRS para 2019 já estão aprovadas e publicadas em Diário da República no dia de hoje.

O Despacho n.º 791-A/2019 aprova as tabelas de retenção na fonte sobre rendimentos do trabalho dependente para o Continente durante o ano de 2019.

Em execução do disposto no Código do Imposto sobre o Rendimento
das Pessoas Singulares (IRS) são aprovadas as tabelas de retenção a que
se referem os artigos 99.º -C e 99.º -D daquele diploma legal.
As tabelas agora aprovadas refletem as alterações introduzidas pela
Lei n.º 71/2018, de 31 de dezembro.

Os software de gestão estão a disponibilizar essa mesma actualização e em breve será possível importar para o módulos de Pessoal.

Obrigado por ler.

 

O PHC a funcionar em AZURE as a DB Service

Nos dias de hoje a necessidade de existir uma infra estrutura própria de servidores é cada vez mais dispendiosa de manter, menos segura e com custos inciais elevados.

As soluções de Software as a Service (SaaS) conjugado com a flexibilidadde de crescer ou diminuir os recursos disponiveis, são vantagens de estar (verdadeiramente) na Cloud.

Existem serviços em Portugal disponibilizados em data centers que sendo eficazes, seguros e até com custos relativamente baixos, não são na minha opinião soluções na cloud.

Serviços de disponiblização de bases de dados, máquinas virtuais, DNS, IIS e web apps são hoje realidades possiveis com segmentação e optimização de recursos.

Vamos a exemplos concretos:

Um serviço de base de dados disponibilizado por um provider de serviços em cloud (AWS da Amazon; AZURE da Microsoft etc.) tem a capacidade de optimizar o seu funcionamento. Uma base de dados SQL em AZURE só consome dinheiro quando está a ser acedida. Se o meu PHC (ou outro qualquer serviço que precise de uma base de dados) não funciona durante a noite, porque deverei estar a pagar por isso ?!

Fonte da imagem: Sysfore Blog

Esta é uma das possibilidades e vantagens (se assim for configurado o serviço) que subscrever uma base de dados SQL em AZURE tem.

Num data center nacional por exemplo, compramos uma máquina virtual com um SQL lá dentro. Pagamos uma mensalidade ou anuidade do licenciamento quer usemos quer esteja parado. Os valores já são relativamente competitivos e suportaveis mas quando estamos a falar de soluções que precisam de base de dados à séria um SQL Standart ou Enterprise, já fica bem mais caro.

O PHC já tem a possibilidade (à muito aguardado por mim) de nas versões Advanced ou Enterprise, trabalhar com uma base de dados as a Service em AZURE.

Já testei e embora um dos problemas ainda ser as latencias já que os servidores mais perto de Portugal (e com mais baixos niveis de latencia) estão em Londres, o comportamento da aplicação mostrou-se bastante satisfatório e executavel.

O trafego é encriptado, é mais seguro do que estar numa rede local e a disponibilidade é enorme.

Na prática e para concluir, para ter um software de gestão não precisa de investir dinheiro em servidores e infra-estrutura. A Cloud é e cada vez mais será uma excelente opção.

Obrigado por ler ! 

Contratos Públicos. Mais sobre a faturação eletrónica

Já saiu ! No meu anterior post sobre a Implementação da faturação eletrónica nos contratos públicos e aquando da publicação em Diário da República, fiquei a aguardar por mais informações.

Essa informação está disponível no dia de hoje pelo Decreto-Lei n.º 123/2018 foi visto e aprovado em Conselho de Ministros.

O presente decreto-lei produz efeitos a 1 de janeiro de 2019 sendo que estabelece prazos e critérios para a faturação eletrónica a contraentes públicos.

Recomendo obviamente uma leitura mais detalhada do artigo no entanto existem alguns pontos previsíveis que interessa salientar de forma sucinta:

A implementação da faturação eletrónica em Portugal assume-se como um programa de transformação digital, processual e funcional, assente na normalização, otimização e automatização (…)

Este é ponto da questão. Nos dias de hoje não faz sentido a materialização das faturas em papel, seja para o estado ou para os privados.

Tratando-se de um formato eletrónico desmaterializado, alarga-se a possibilidade de automatização de processos (…)

  • A partir de 18 de abril de 2019, a receber e a processar faturas eletrónicas;
  • O prazo referido no número anterior é alargado até 18 de abril de 2020 para os contraentes públicos;
  • O prazo referido no número anterior é alargado até 31 de dezembro de 2020 para as micro, pequenas e médias empresas;

Relativamente aos software de gestão os mesmos vão-se adaptar pelo que haverá muitas novidades durante o inicio do ano sobre este assunto nem que seja pela oportunidade de manter as aplicações atualizadas.

Obrigado por ler.

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