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Dispensa da impressão das faturas ou transmissão eletrónica – Portaria n.º 144/2019, de 15 de maio

De acordo com o referido na Portaria 144/2019 de 15 de Maio,  após análise ao PHC CS, não existem alterações a realizar em algumas dos software de gestão.

Com o módulo de Documentos Eletrónicos no Software PHC, é possível aos clientes comunicar, em tempo real, no momento as  vendas à Autoridade Tributária, sem necessidade de imprimir a fatura para o cliente, quando se verifiquem todas as seguintes condições:- o cliente não solicite a fatura;
– a fatura tenha preenchido o Nº de Contribuinte do cliente;
– a fatura seja emitidas por programa certificado;
– a comunicação de faturas seja feita por Webservice;

A Autoridade Tributária irá disponibilizar aos adquirentes, no Portal da Finanças, os dados das faturas respeitantes às transmissões de bens/prestação e serviços, ou seja, apenas existe dispensa de impressão de fatura quando o adquirente é particular e tenha fornecido o seu NIF e a comunicação de faturas à AT seja feita por webservice.

Fonte: PHC Software

Pool de outsourcing de técnicos PHC

Ontem decorreu em Santarém mais um evento de parceiros PHC.

Este evento contou com mais de 1000 pessoas entre parceiros, patrocinadores e de uma forma mais inovadora e pioneira, com a presença da PHC Espanha onde foi possível verificar as novidades da versão 25, novas características do produto Web e algumas alterações legais decorrentes do orçamento de estado para este ano.

O evento em santarem foi brindado com um verdadeiro dia de primavera

Com um forte nível de motivação, procura de envolvência com a marca PHC e também dando resposta aquilo que são as principais “dores” dos parceiros e clientes, neste evento foi apresentado um conceito que quanto a mim é muito válido e vai até de encontro a este (meu) projeto do Portugal Consulting.

Foi apresentado pela software house a “Pool de outsourcing de técnicos PHC”.

O objetivo é claro:

Se um parceiro tiver a necessidade de um recurso decorrente de um projeto, ou até proposta que terá de fazer a um cliente, a PHC dará a possbilidade de em regime de Outsourcing disponibilizar um técnico certificado que terá um custo hora na perspectiva do parceiro conseguir assim optimizar o projeto e até os conhecimentos que tem ou não na sua estrutura interna.

Acredito que esta noticia foi bem recebida pelos parceiros PHC nomeadamente naqueles que tem uma dimensão mais reduzida e / ou necessitam de know how especifico em áreas como a Contabilidade, Pessoal e até Gestão.

Fiquei no entanto convicto que estes recursos tem um perfil mais e júnior e muito técnico sendo o objetivo colmatar a mão de obra técnica ao invés da consultoria e do conhecimento sendo uma mais valia para o cliente.

A “Consulting Portugal” tem um formato semelhante. Não descurando a parte técnica e de desenvolvimento,  os Serviços de Consultoria e suporte à Gestão pretendem ir um pouco mais além.

O reconhecimento  desta função tem quase um espírito de missão sendo que, é com certeza que a experiência, conhecimento e formação, trás um acréscimo e uma vantagem qualitativa para as empresas Portuguesas tanto na área do desenvolvimento e implementação de software como na Gestão e Planeamento de Infraestrutura ou acompanhamento e gestão do relacionamento técnico com levantamento de requisitos e implementação de serviços;

O evento da software house foi um sucesso e recomenda-se 🙂

Openminds2019

Obrigado por ler !

Serviços de Consultoria e suporte à Gestão

Serviços de Consultoria e suporte à Gestão

As empresas devem dedicar-se ao seu Core Business. As empresas e os seus gestores tem a (maior) preocupação que é trazer sucesso para o seu negócio, trazer vendas, trazer lucro e rentabilidade.

Muitas são são vezes que os gestores, directores e até sócios, se debatem com a questão de qual a melhor solução para gerir as suas organizações.

Desde o software de gestão, infra-estrutura informática, qual o melhor ou a necessidade de um datacenter, provedor e soluções de email, páginas de internet etc, esta é uma realidade que tem de ter atenção pela parte de quem decide.

Nem todas as organizações podem, querem ou justificam uma presença permanente de um gestor ou director / responsável de sistemas de informação.

Para exercer a função de diretor dos Sistemas de Informação ele deve ter sólidos conhecimentos técnicos em informática e uma visão estratégica da inovação e da mudança, associadas às aptidões de gestão. Além disso, o DSI deve possuir uma abordagem metodológica rigorosa da sua função, qualidades relacionais no que diz respeito às suas equipes e capacidade de negociação.

A relação com os fornecedores sejam estes de telecomunicações, software, soluções técnicas e até a simples resolução de conflito entre vários players é consumidora de recursos internos. Esta relação pode até ser desgastante sendo que muitas das vezes é necessário conhecimento técnico e que muitas das vezes torna-se necessário despender tempo precioso a compreender onde está a razão.

Esta é a experiência que um consultor de sistemas de informação pode trazer. É importante que o focus seja o cliente !

É o cliente que paga e os interesses deste estão sempre acima das parcerias, marcas ou tecnologia.  As ferramentas existentes são para servir os interesses e as necessidades das empresas e o consultor deve fazer esta ponte, propor e ajudar na tomada de decisão e até implementar.

De acordo com estudos e elaborados e em especifico de um que considero estar muito completo da responsabilidade da Escola de Ciências e Tecnologia, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro bem como do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra e Instituto Politécnico de Coimbra intitulado “O Gestor de Sistemas de Informação nas grandes empresas portuguesas”, já em 2011 (altura do estudo) sublinhava que:

A motivação mais apontada pelas grandes empresas portuguesas para a adopção de Tecnologias e Sistemas de Informação (TSI) é “melhorar a qualidade de produtos ou serviços”.

Alguns serviços podem ser encontrados aqui e que coloquei no “corpo” deste artigo.

 

Serviços de consultoria

  • Gestão de Projectos de implementação e optimização de processos;
  • Implementação e suporte a software de gestão;
  • Desenvolvimento, aperfeiçoamento e correcção de desenvolvimentos na framework PHC;
  • Formação Interna de metodologias e software de gestão adequadas aos processos de negócio;

Acompanhamento preventivo e reativo de clientes;

  • Gestão e Planeamento de Infraestrutura;
  • Acompanhamento e gestão do relacionamento técnico com levantamento de requisitos e implementação de
    serviços;

Criação de padrões e boas práticas na partilha de informação;
Segurança e privacidade;

Sistemas de monitorização e alertas proactivos de sistemas e aplicações;
Desenho de arquitecturas e soluções de serviços de data center em modelos clássicos, cloud e
híbridos, incluindo processos de Suporte, Gestão, Operação, Monitorização e Manutenção;

Microsoft AZURE Solution Architect – Desenvolvimento de soluções e adequação de cenários conforme requisitos;

Desenho de arquiteturas e soluções de serviços de data center em modelos clássicos, cloud e híbridos, incluindo processos de Suporte, Gestão, Operação, Monitorização e Manutenção.
Soluções cloud privadas e públicas, em AWS e Azure, incluindo ambientes híbridos;
Desenvolvimento e implementação do software de gestão em ambiente cloud (AZURE e virtualização com VMWARE em datacenter privado) através de “Application Insights”; “App Services”; “Cloud Services”; “cloud database as a service”.

  • Gestão e implementação de soluções em Office 365 – Office 365 Partner Admin Console; AZURE AD;
    Power BI; SharePoint; Yammer Enterprise; Exchange Online

Preencha o formulário para posterior contato e ajude-me a ajudar as empresas a dedicarem-se ao seu negócio.

Recrutamento e a forma como é feito

Muito se fala em Portugal sobre a forma e os meios utilizados pelas empresas e grupos de recrutamento.

Serei mais um a falar (escrever) sobre este assunto mas com a experiência recente e com um contato mais próximo, permite-me ter uma opinião sobre este assunto que acho valer a pena partilhar:

Existem as empresas que precisam de um recurso humano e utilizam os seus próprios meios para o fazer.

Fonte da Imagem: http://gestaodeempresas.net

Vão ao mercado, contratam “head hunters” em áreas de negócio especificas, aproveitam o seu networking e criam uma verdadeira área de recrutamento que é uma máquina a entrevistar e analisar CV’s.

Depois temos as consultoras de recrutamento.

Normalmente esta empresas adicionam o outsourcing enquanto serviço que prestam aos seus clientes e que normalmente são grandes grupos que não pretendem ter o ónus de uma área especifica de recrutamento.

Estas consultoras de recrutamento procuram dar uma imagem de acompanhamento aos candidatos, envolvendo-os no processo de entrevista; disponibilizando-se para acompanhar a sua evolução de carreira e procurando as melhores funções disponíveis para o perfil do candidato. Esta é a imagem que procuram dar mas não acho que seja isto que acontece!

Vamos aos nossos vizinhos europeus e temos verdadeiros headhunters. Temos profissionais de recrutamento que procuram os melhores talentos porque as empresas os contratam para o fazer e porque estes últimos ganham tanto ou mais quanto melhor for o recurso que trouxerem para aquela posição requisitada.

Depois e ainda naquilo que é possível encontrar que é de tudo, temos os pedidos burocráticos e completamente desenquadrados da realidade ao pedir a um candidato que preencha uma folha com exactamente toda a informação disponível e passível de ser consultada num CV normalizado.

Sobre este assunto e até considerando que este é um fator competitivo relativamente às empresas de recrutamento (que são muitas), permitam-me a observação numa perspectiva construtiva:
Hoje em dia existem ferramentas que evitam o preenchimento de mais formulários e repetição de inserção de dados por parte do candidato.

A importação do perfil do linkedin; a submissão em formato pdf do CV em sistema de reconhecimento, etc., “poupam” o incomodo deste mesmo preenchimento e são alguns exemplos de boas práticas no processo de recolha de informação.

Importamos muitas das melhores práticas que se fazem no resto da europa e até sobre exportadores de processos mas nesta area do recrutamento estou com muita pena, convicto que continuamos a fazer as coisas à Zé povinho, ganhar o mais possível no menor curto espaço de tempo possível, ganhar a guerra da concorrência com práticas menos assertivas e não tendo uma estratégia de continuidade e de fidelização do cliente que neste caso (também o é), o candidato.

Nota: Não menciono a completa ausência de resposta após submeter uma candidatura o que me dá ideia que o RGPD não chegou a estas áreas.

Obrigado por ler !

A Microsoft Academy como ferramenta de atualização

A Microsoft Academy é uma excelente ferramenta para assistir e compreender até, as várias soluções e funcionalidades do “mundo” Microsoft.

Uso bastante e permite-me estar ao corrente dos casos práticos, novas funcionalidades e até novas tecnologias da Microsoft.

 

Nos diversos “cursos” é possivel obter em qualquer altura um pequeno Transcript

Build your skills and advance your career. Microsoft Virtual Academy (MVA) offers free IT training for Developers, IT Pros, Data Scientists, and students.

A MVP é também um bom recurso para quem pretende se preparar para os exames.

Poderá estudar com a Microsoft Virtual Academy (MVA), seleccionando os cursos preparados especialmente para aumentar o seu conhecimento nas áreas da Cloud, Dynamics, Office 365 etc.

Obrigado por ler !

Departamento de Recursos Humanos em Portugal

Como já foi constatado neste blog, gosto de andar actualizado nem que seja porque os meus clientes o merecem.

Seja através do software que normalmente implemento seja através de outros, o importante é a solução e a resolução do problema para quem nos pede ajuda.

Não é publicidade, simplesmente porque gostei conceptualmente da ideia e do conteúdo.

Fica um pequeno video de promoção da Primavera RH

Obrigado por ler (também por ver) !

Caso de sucesso : PHC na Cloud em empresa de construção

Um “caso de Sucesso” de modernização do software PHC e infraestrutura em datacenter e cloud.

O cliente de Lisboa, uma empresa de sucesso na área da construção, melhorou significativamente a sua produtividade com a actualização da sua infraestrutura e consequentemente o acesso ao seu software de gestão PHC.

O primeiro passo foi o licenciamento do PHC em modelo de subscrição, com migração para a versão mais recente da aplicação.

A base de dados foi colocada num servidor em datacenter em que o acesso é limitado para o IP do cliente através das regras de firewall.

Nesta fase não existe a necessidade de instalação de VPN atendendo ao fato do acesso ao PHC ser feito somente pela sede e assim o ambiente é controlado e seguro através das regras do Edge Gateway do Datacenter.

Os postos tem a versão cliente – servidor instalado localmente nos seus computadores verificando-se uma melhoria significativa nos tempos de acesso à aplicação.

O PHC num data center com acesso seguro

O acesso pelo exterior ao software de gestão, foi conseguido através do CS Web utilizando para o efeito um certificado SSL mantendo assim um acesso seguro e encriptado (além da camada de segurança e permissões dos logins).  O PHC CS Web está a ser executado no servidor do Data Center que tem um IP Fixo e uma disponibilidade total e centralizada.

Com esta forma de trabalharmos com o PHC não tivemos necessidade de investir em servidores físicos no escritório. Diminuímos os custos de electricidade, necessidade de comprar UPS, unidades de backup ou preocupações com acessos dispendiosos à Internet. Os elementos da Engenharia acedem confortavelmente aos dossiers de Obra através dos seus tablets e a área administrativa gere todo o trabalho de gestão de contas correntes, pagamentos e facturação como fazia anteriormente no CS Desktop. Se exstir um problema com a nossa internet do escritório, a mesma área administrativa pode continuar a trabalhar através da Web com uma ligação 4G, realça o CEO da empresa.

Os emails, a gestão de projeto e os ficheiros centralizados:

Até à data e antes desta solução, existia uma diversificação não organizada das licenças de Office. Existiam problemas com o espaço dos emails, os documentos somente estavam disponíveis no escritório e a forma de aceder estava dependente do Outlook e dos arquivos guardados localmente.

Para resolver e melhorar a vertente de comunicação, solidificou-se a solução de gestão de email e ficheiros com o Office 365.

Agora todos os utilizadores tem uma conta, existem listas de distribuição, arquivo de email e não há mais a necessidade de procuras exaustivas em ficheiro offline de PST’s.

O Backup offline na Cloud:

Para partilha de ficheiros dentro da organização, esta empresa de construção já utiliza uma NAS (Network-Attached Storage) que permite a partilha eficaz e integrada com a Active Directory de ficheiros.

Numa politica de melhoria de segurança nomeadamente no que diz respeito aos efeitos maliciosos da encriptação de dados, foi implementada uma solução simples de Backup remoto para a cloud em Microsoft Azure. Este backup diário tem taxas de retenção sendo que caso o ultimo backup seja “contaminado” é sempre possível recuperar uma ultima versão dos dados.

 

Cálculos de imposto sobre o trabalho suplementar, horas extraordinárias

As alterações decorrentes da aprovação do orçamento de estado 2019 nomeadamente ao que diz respeito aos cálculos de imposto sobre o trabalho suplementar, horas extraordinárias e remunerações de anos anteriores, somente estão previstas na atual versão 24 do PHC.

As horas extraordinárias pagas passam a ter taxa de retenção na fonte autónoma, o que significa que, quando colocadas à disposição, não podem ser adicionadas às restantes remunerações mensais, para determinar a taxa de retenção.

Além destas, existem entre outras ainda mais algumas alterações nomeadamente as Tributações Autónomas e Pagamento Especial por Conta pelo que todas estas alterações estão reflectidas nesta versão.

Existem também e como é normal, algumas correções ao funcionamento especifico de aplicação nomeadamente nos módulos de gestão, contabilidade e pessoal.

A Lei nº 71/2018 de 31 dezembro, que aprova o Orçamento de Estado para o ano de 2019, redefine a forma de determinar a taxa de retenção de IRS nas remunerações referentes a Horas Extraordinárias, no momento em que estas são pagas ou colocadas à disposição.

Fonte da Imagem: TOC online

Assim sendo e de forma a corresponder a versão do software às novas exigências e alterações legais, a versão 24 do PHC é a versão que deverá estar a ser utilizada nas empresas à data de hoje.

Obrigado por ler !

Como está a sua presença online – empresas

Presença online, como está a sua empresa ?

Empresa na Hora. Fonte da imagem: http://vexataquaestio.blogspot.com

Conforme já fiz saber em anteriores opiniões:

Não ter um website institucional é a mesma coisa do que não ter um telefone ou um email para contatar.
Se temos uma empresa e um negócio, queremos que este esteja com a maior visibilidade possível e a Internet é um meio que toda a gente usa.

De acordo com os dados da Associação de Economia Digital, apenas 41% das empresas têm uma presença online.

Hoje a criação de uma nova empresa tem até um dominio .pt associado. Este facilitador permite ter de uma forma “gratuita” obter um domínio português em nome da empresa mas não pode ficar por aqui.

Temos de escolher um fornecedor de serviços de alojamento, escolher a plataforma e criar uma página institucional ou até corporativa de forma a representar a nossa empresa e servir de montra para os serviços ou produtos que pretendemos comercializar.

Deveremos escolher um fornecedor de alojamento que forneça um email o que normalmente está incluído mas que peca por ser curto.

Normalmente somente é disponibilizada uma conta de email o que em muitas vezes pode ser insuficiente.

Para isso e como já falei, teremos por exemplo as soluções de Office 365 da Microsoft em que com poucos cliques e algum conhecimento, obtemos uma solução corporativa de email muito eficaz e segura.

Não menos importante é a questão dos certificados SSL !

O Google, o principal motor de busca de todo o mundo, está desde a algum tempo a ignorar os websites que não estão acessíveis de forma segura.

Além das questões relacionadas com o RGPD também, ter um site com https (verdinho) e com um certificado de SSL é importante e garante que os dados desse site são encriptados.

O website da Consulting Portugal tem um certificado SSL

Fica descansado se num website que recolhe os seus dados pessoais não existe nenhum nível de encriptação no preenchimento do formulário ?

Eu não ! Num caso destes, prefiro não preencher e usar outra via.

Depois e não menos importante temos o conteúdo, temos o design e a imagem do nosso website corporativo e / ou institucional.

Aqui a minha opinião é muito concreta: Fazer com quem sabe.

A importância da imagem é deveras significativa e com a quantidade de oferta que temos hoje em dia, ter uma boa imagem é ter um bom site.

Temos e podemos falar muito sobre este assunto sendo que o objetivo é começar e terminar mas principalmente garantir que não fazemos parte dos mais de 51 % de empresa que não tem presença online.

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Faturação Eletrónica : Atualização

Considerando e apoiando-me na recente publicação do Decreto-Lei n.º 123/2018 no passado dia 28 de Dezembro, existem algumas considerações que devem ser tomadas em conta no que diz respeito à obrigatoriedade de emissão de faturação eletrónica.

No seguimento do post colocado anteriormente relativo à obrigatoriedade legal da faturação eletrónica para o Estado (Contratação Pública) e que entraria em vigor no dia 1 de Janeiro de 2019,  foi adiada.

Assim sendo:

Entidades Publicas e Estado:

  1. Os institutos públicos serão obrigados a poder receber de outras entidades e a partir de 18 de abril de 2019, faturas eletrónicas;
  2. As regiões autónomas, autarquias locais e outros, tem uma obrigatoriedade de poder receber estes documentos somente a partir de 18 de abril de 2020;

Relativamente as empresas cocontratantes empresas que faturam ao estado e organismos públicos:

  1. A partir de 18 de abril de 2019 a data em que o estado será “obrigado” a receber, as empresas poderão emitir faturação eletrónica aos organismos públicos que estejam obrigados a receber;
  2. As grandes empresas serão obrigadas a emitir faturas eletrónicas para os organismos públicos a partir de 18 de abril de 2020;
  3. As micro, pequenas e médias empresas são obrigadas a emitir faturas eletrónicas para os organismos públicos a partir de 01 de janeiro de 2021;

Com a leitura deste decreto verifica-se que o estado determinou uma entidade que será responsável pela definição dos requisitos técnicos, a eSPap (Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I.P.).

Obrigado por ler !

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